EBM Leopoldo Simão realiza projeto relacionado à inclusão e recebe representantes da Apesblu na escola
Na última quinta-feira (25), alunos da EBM Leopoldo Simão participaram de uma integração com representantes da Apesblu (Associação de Paradesporto de Blumenau). Na escola, estiveram presentes o técnico do Tênis de Mesa Paralímpico, Deois Kalvelage, e a paratleta da modalidade, bem como da Bocha Paralímpica, Andreia Porfirio. Após apresentarem aos estudantes o Programa Paradesporto, os profissionais realizaram demonstrações de Goalball e também do próprio Tênis de Mesa.
Foto: PMI/Divulgação
A ação faz parte de um projeto voltado às turmas dos 2ª anos 01 e 02, realizado pela professora Sueli Linhares, com as auxiliares de sala Jaqueline Fernandes e Isabel, e em parceria com a professora do AEE, Daniela Rosa, junto à docente do Promais, Katia Maus. A ideia surgiu devido à curiosidade dos alunos em relação a um estudante do 1º ano que possui laudo de autismo nível 2: “Um dia ele entrou na sala e as crianças ficaram muito curiosas, então conversamos com a professora do AEE, Daniela, para vir até a sala e ter uma conversa com eles para explicar. Escolhemos uma literatura para iniciarmos o trabalho (“Meu amigo faz iiiii”) e, com essa história, começamos a desenvolver nosso projeto mostrando que todos somos diferentes”, comenta a professora Sueli.
Foto: PMI/Divulgação
Em sala, também já foram realizados diversos movimentos relacionados ao tema, como a palestra em que uma mãe conversou com os alunos sobre a filha que possui deficiência auditiva. Além disso, outras atividades envolvendo linguagem de sinais, desenhos feitos com o pé e com a boca, rodas de conversas e discussões também estão sendo promovidas com as crianças.
Foto: PMI/Divulgação
Para envolver as famílias nesse processo, há também uma mala que está circulando entre os alunos com a literatura “Tudo bem ser diferente” e um diário para que os familiares registrem como foi a experiência ao conhecerem a história. Essa mala conta ainda com uma proposta para as famílias confeccionarem um amigo diferente na cor branca e, posteriormente, enviarem à escola. Depois que todos os alunos passarem pela vivência com a mala, as produções serão utilizadas para trabalharem em sala o tom de pele das pessoas. Em setembro, as turmas ainda irão visitar a Apesblu. Outras ações relacionadas ao assunto também já estão sendo agendadas.
Foto: PMI/Divulgação
“Levar essa temática até os alunos, promover reflexões acerca do tema e realizar atividades que auxiliem na conscientização dos estudantes é um passo fundamental para tornarmos a sociedade um lugar livre de preconceitos e discriminações. No espaço educacional, assim como em qualquer outro, o respeito precisa prevalecer e movimentos como esse são essenciais para fortalecermos ainda mais esse pensamento”, ressalta o secretário de Educação, Márcio Selhorst.
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